Monthly Archives: setembro 2009

O hímen e a sexualidade de Nossa Senhora

Hoje, dia 30 de Setembro, celebramos 4 anos da publicação dos cartuns de Maomé num jornal dinamarquês que ninguém sabia que existia até então. O mundo religioso resmungou numa celeuma sem fim durante meses, até que a Dinamarca pedisse desculpa pelo “erro”. Faz 4 anos, portanto, que o dia de hoje é oficialmente chamado de Dia Internacional da Blasfêmia. Pelo menos — como os negros, mulheres, índios e árvores — ganhamos um dia oficial. Um dia que serve para nos lembrar que a religião (seja ela qual for) não merece mais respeito que qualquer… Continue lendo | 6 comentários

Posted in Tese | Tagged , , , | 6 Comments

Aos bucaneiros, tudo!

Se na Inglaterra o chororô veio de Lily Allen, aqui no Brasil vem de Fred Quatro Zero… hã? Fred Quem? Fred Quatro Zero é vocalista do Mundo Livre S/A, banda de Recife, uma das filhas do manguebeat e que acabou de dar sinais de cansaço nessa última entrevista do seu vocalista ao site da Globo.

Lily Allen, que teve sua curta carreira construída a partir da liberdade da Internet, de uns tempos pra cá resolveu fazer um blog chamado It’s Not Alright, onde criticava… Continue lendo | 1 comentário

Posted in Tese | Tagged , , , , , | 1 Comment

Aborto no cu dos outros…

Você é contra ou a favor do aborto? Pense bem a respeito disso. Até onde você está conjurando um discurso do Grande Outro, um discurso do seu eu ideológico e cego? A questão não é ser a favor ou contra o ato de abortar, mas ser a favor ou contra a criminalização deste. Eu sou contra ler a Veja, mas nem por isso acho que quem o faz deva ser encaminhado à delegacia mais próxima.

A verdade é que a questão da criminalização revela o inegável fato de que é fácil ser contra aquilo… Continue lendo | 2 comentários

Posted in Tese | Tagged , | 2 Comments

Tela de prata

Nos deitamos na rede e ficamos olhando as estrelas. Em muitos momentos da vida, nossos gestos não passam de imitações patéticas daquilo que assistimos no cinema ou na televisão. Gostamos de simular aquela realidade, de trazer um pouco de sonho para o que convencionamos chamar de mundo real. Foi por esse motivo, acredito, que nos deitamos na rede e ficamos olhando as estrelas naquela noite de primavera. Não falávamos nada um para o outro, embora pudéssemos simplesmente dizer algo como “Estamos fazendo igualzinho a como se faz no cinema”, e “É mesmo, pensei a mesma coisa”, responderia ela antes de… Continue lendo | 2 comentários

Posted in Microconto | Tagged , | 2 Comments